terça-feira, 9 de agosto de 2011

Devaneios, Loucuras, Desejos.



Há dias em que não devia sair de casa. Não devia falar, ou interagir de qualquer forma, com qualquer pessoa existente na minha vida e fora dela. Simplesmente não devia. Tenho desejos de ter um amor sério, de me conseguir agarrar a uma só pessoa, de tal maneira a que não consiga ver nada além/sem a mesma. Por alguma ou outra razão, nunca consegui, nunca amei de verdade, nunca tive “o amor da minha vida”, nunca vivi intensamente um amor – já tive várias paixões, paixonetas, pancas, loucuras, mas não passam disso, não passam de devaneios. Há dias em que, obviamente/sinceramente/simplesmente, não devia sair de casa.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

« Sabes porque é que o céu é azul? »

Hoje vou falar, acima de tudo, sobre a amizade.
Não tenho como objectivo, ao publicar este texto, ridicularizar-me. Tenho a plena consciência que acabou e que parte da culpa foi minha. Quero apenas ter uma memória, por escrito, (e assim partilhar com as pessoas que aqui vierem ler) de alguns dos nossos bons momentos, porque apesar de tudo, não tivemos maus.
Doze. Lembro-me perfeitamente. Tu, a comer um gelado, conseguiste ficar todo sujo e eu tive que te dar um lencinho. O teu lindo sorriso. “És a única rapariga, que conheço, que anda com lenços na carteira.”. Ahahah, a forma como conheceste a minha irmã e conseguiste afugentá-la em meio segundo. Guardo lembrança de tudo o que foi falado, (e do que aconteceu posteriormente) nesse dia. Aproveito para pedir desculpa por teres perdido o autocarro.
Vinte e seis. “Sai á beira do sítio onde estivemos da outra vez.”. “Está bem.”. E saíste na paragem á frente (és muito tono.). Lembro-me da tua pedra, das flores, dos velhos a cuscar, dos “Ermesindenses que andam em Alfena”. Lembro-me das cabrinhas (LOOOL). “Porque é que estás sempre a olhar para o céu?”, “Porque me apetece.”. Na verdade, estava a desejar parar o tempo naquele momento.

Obrigada, pelos risos, pelos olhares, pelas confidências. Por tudo, e por muito mais que não foi aqui mencionado. Obrigada.

Talvez agora, separados, possamos cumprir o nosso “para sempre”, juntos.
Still ♥ (be happy).

 A: “Conquistaste-me.” , D: “Era esse o meu objectivo desde o teu primeiro amo-te.”
(to: DRLT)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

D ♥

Deixa, deixa a manhã atravessar o teu corpo. Deixa que o sol venha e toque os nossos corpos, lado a lado. Traz para junto de mim a felicidade em que deixei de acreditar. Faz com que a vontade de voltar a amar regresse. Deixa, deixa-te ser feliz comigo. Não quero fazer promessas a longo prazo, não gosto. Não acredito, são sempre as mais fáceis de fazer. São sempre as mais fáceis de quebrar. Deixa, deixa-te levar, deixa-te ir, deixa-te ficar. Deixa-te apaixonar.

terça-feira, 14 de junho de 2011

i will forever love you !


Eu amo-te muito, Andreia, e sabes porquê? Pois bem, eu digo-te porque te amo muito. Eu amo-te muito porque tu és fofa, querida, amorosa, a melhor irmã que existe no universo, simpática, faladora, brincalhona, fixe, engraçada, divertida, alta, a maior, inteligente, vaidosa, e muitas outras coisas de bom, quer dizer, muito bom sobre ti. Só que são tantas coisas que eu até me esqueço de algumas, mas podes acreditar em tudo o que te digo porque é tudo verdade. Eu amo-te imenso do fundo do meu coração. Amo-te. Adoro-te. Gosto muito de ti meu lindo amor.”

Ana Beatriz Silva Secca, eu estarei contigo sempre, caminharei ao teu lado até ao fim da minha vida. Ultrapassarei, por ti, todos os obstáculos que forem precisos. És a minha certeza! Eu AMO-TE MINHA IRMÃ LINDA !

Take Um ? Agora Corta.


Pausa. Dois minutos, por dois minutos vou fingir não ter qualquer tipo de compromisso, vou imaginar a liberdade de ser o que não sou agora, vou ter na mão o que não tenho, vou pausar, mas sem demora. Dois minutos, e nesses dois minutos fui feliz. Dois minutos, passaram. Paragem. Duas horas, por duas horas vou aperceber-me de realidade, vou entrar em conferência com o meu mais íntimo pensamento e decidir, vou decidir sobre tudo o que tenho dúvidas, vou reflectir. Duas horas, e nessas duas horas esclareci-me. Duas horas, passaram. Término. Dois dias, há dois dias deu-se o fim. E no inicio destes dois dias senti-me aliviada, livre, já tinha a certeza do que queria e o que não queria. Mas, por fim, caí em mim, estava trocada. Estava enganada. Agora sim, passados dois dias, sei o que quero e o que não quero. Quero o antes, não me quero perdida. Quero-te a ti. Junto de mim.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

certezas.


Eu? não vou sorrir, não vou chorar; não vou cair, não vou parar; não vou ser para estar; não vou fazer para impressionar. Eu? vou ficar, vou abandonar; vou ouvir, vou olhar; vou esperar e vou viver. Eu? vou praticar a felicidade.

 
(um agradecimento especial á Marisa Ventura, por me ter criado o blog *)